quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Passeios e baladas interessantes e econômicas:

O ano de 2.015 veio carregado de feriados prolongados. Às vezes a gente quer fazer algo diferente, legal e sem gastar muito, né? Para quem mora em São Paulo e nas proximidades, eu trouxe algumas opões que valem a pena e algumas delas já experimentei.
1- Teatro: A Fun House foi inaugurada em novembro. É um espaço muito legal, onde você pode assistir peças de teatro e música, comédia, num ambiente bem acolhedor e por um preço bem razoável:



Além do humor, a Pikadero Fun House também abre espaço para a música:
Inaugurada no começo de novembro, a Pikadero Fun House é a mais nova opção de entretenimento e humor de São Paulo. O nomé é alusão ao picadeiro, local onde os artistas se apresentam no circo. Além de palhaços, o espaço abre espaço para comediantes de stand-up, de personagens, improvisadores e até cantores.
Localizada na Vila Olímpia, a casa é um empreendimento do Grupo Taboo com os humoristas Eduardo Sterblitch, Marcos Chiesa e Carlinhos Silva, atuais/ex-integrantes do programa Pânico, da Rádio Jovem Pan.
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Elidio Sanna, Anderson Bizzocchi e Daniel Nascimento. Foto: Divulgação.
Atualmente, a agenda da casa conta com o espetáculo Poderoso Castiga, às segundas; esquetes cômicas e nonsenses com Barbixas em Cena (foto), às terças; o stand-up Eri Johnson Pra Ver se Lota, às quartas; Alucinadas, com Luciana Fregolente e Renata Barbosa, às quintas e o grupo Em Caixa de 4, também às quintas, que mistura todos os gêneros acima com teatro e música.
Serviço:
Pikadero Fun House
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, a partir das 19h. Espetáculos às 21h.
End.: Rua Júlio Diniz, 176 – Vila Olímpia – zona Sul – São Paulo.
Preço: conforme a programação. Entrada entre R$ 40 e R$ 70.
Tel.: (11) 3045-4146.

2-Disco Baby:
Introduzindo as crianças ao mundo da música e da diversão, o espaço Offset, localizado em Pinheiros, lançou o projeto Disco Baby. A festa atende a pais e filhos de 0 a 10 anos com DJs renomados que agitam uma balada das 15h às 19h. O evento, que teve início no dia 11 de agosto, acontece sempre aos sábados, a cada duas semanas.
Para maior comodidade de adultos e crianças, o espaço foi planejado com a intensidade de luzes e sons ideais. Com supervisão de um pediatra, a programação intercala shows, dança e uma pausa para o lanche.
Liderando a setlist, DJs como Rica Amaral e Coy Freitas se apresentam na festa. O repertório musical varia dos clássicos infantis às batidas eletrônicas, levando variadas músicas ao público infantil.
 A estrutura do local conta com uma pista especial para bebês, fraldário equipado e um espaço reservado para refeições. O valor da entrada inclui preços especiais para babás e idosos, além de um pacote para a família (dois adultos e uma criança, por R$ 60). 
Serviço:
Disco Baby
Data: aos sábados, a cada duas semanas.
Horário de funcionamento: das 15h às 19h. 
Local: Offset.
End.: Rua Ferreira de Araujo, 589 – Pinheiros.
Preço: até 3 anos, grátis; de 3 a 10 anos, R$ 10; adultos, R$ 30; babás e idosos, R$ 15.
Tel.: (11) 3097-9396.




3- Bar Alto da Harmonia possui uma das vistas mais privilegiadas de São Paulo:
O bar e restaurante Alto da Harmonia além de uma ótima opção gastronômica oferece uma das vistas mais privilegiadas da cidade.
Localizado na Vila Madalena, o bar possui um terraço de 180 m² com vista panorâmica, uma luneta para os clientes admirarem a paisagem, além de lounges iluminados e decorados com grandes janelas e painéis de vidro.
Após a reforma do antigo sobrado, os idealizadores buscaram retomar o charme boêmio e artístico característicos do bairro dos anos 80. A casa possui espaço para fumantes e oferece ainda um cardápio especial para cães, com rações de primeira linha.
Toda a renda consumida pelos animais de estimação será revertida para a ONG Ampara Animal.
Serviço:
Alto da Harmonia
End.: Rua Harmonia, 271 – Vila Madalena – zona Oeste – São Paulo.
Horário de funcionamento: de terça a quinta, das 18h à 1h. Sexta a domingo, das 12h à 1h.
Tel.: (11) 2528-1241.

4- Museu das Invenções:
Iniciativa da Associação Nacional dos Inventores, a “Inventolândia” foi criada em 1996 pelo presidente da instituição, Carlos Mazzei. Reúne um acervo com mais de 500 invenções diferentes como um piano dobrável, uma máquina de gelar garrafas em sete segundos, um controlador e monitorador de consumo de água, um pente pra careca, uma churrasqueira descartável e uma caixa de pizza que se transforma em um brinquedo.
A ideia é aguçar a curiosidade das crianças e incentivar o espírito científico, mostrando o resultado prático – e divertido – dos estudos e da pesquisa. Isso explica o grande sucesso com excursões escolares. O entretenimento já começa pelo site, com fotos de soluções simples para dificuldades do dia a dia.   
 Serviço
End.: R. Doutor Homem de Mello, 1109 - Perdizes
Horário: segunda a sexta-feira, das 10h às 17h
Tel.: (11) 3873-3211


5- Cinema:
Na Sessão Popular, toda semana é exibido um novo filme a preços especiais:
No Espaço Itaú de Cinema do Shopping Frei Caneca, toda sexta-feira um novo filme entra em cartaz e fica em exibição durante uma semana, até a quinta-feira da semana seguinte, dando espaço a um novo filme. O longa é exibido a preços populares (R$ 5) e em horários específicos.
Espaço Itaú de Cinema. Foto: divulgação.Serviço:
Sessão Popular - Espaço Itaú de Cinema
Local: Shopping Frei Caneca (3º Piso).
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 13h30 às 22h. Sábado e domingo, das 13h às 22h.
End.: Rua Frei Caneca, 569 - Consolação - Centro - São Paulo.
Tel.: (11) 3472-2368.



6- Exposição:
O ano de 2014 sob o olhar de 61 fotógrafos:
Quem quiser ter uma retrospectiva do que foi o ano de 2014 em um conjunto de 80 imagens, pode visitar a exposição Foto
Retrospectiva 2014, que está em cartaz, no Shopping Ibirapuera, até o dia 15 de fevereiro. A mostra é organizada pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo (Arfoc-SP) e recebe patrocínio da Canon do Brasil. 
Esta é a 10ª edição da mostra, que reúne o trabalho de 61 fotojornalistas integrantes da Associação. As fotografias trazem o cotidiano da cidade, esporte, cultura, política e retratos e ficam expostas em painéis de 75 por 55 centímetros. 
As imagens foram selecionadas de um total de 562, por profissionais renomados no mercado, como: Armando Fávaro, editor assistente do jornal o Estado de S. Paulo; Erivam de Oliveira, professor de fotojornalismo da ESPM e Eugênio Goulart, repórter fotográfico e ex-editor do jornal Meio&Mensagem.
O presidente da Associação, Rubens Chiri, e o diretor de cultura da Arfoc-SP, Nilton Fukuda, são os responsáveis pela coordenação do evento, que passará por mais cinco localidades do estado de São Paulo. 
Serviço:
FotoRetrospectiva2014 
Data: 20 de janeiro a 15 de fevereiro de 2015.
Horário: 10h às 22h.
Local: Shopping Ibirapuera.
End.: Av. Ibirapuera, n.º 3.103, Moema – zona Sul - São Paulo.
Grátis.
Tel.: (11) 3257-3991



7- Dança oriental e dabke:
São Paulo é uma cidade multicultural! Entre as diversas culturas, é possível encontrar um pedacinho do oriente na capital paulista. Aproveite para conhecer mais sobre a dança oriental e dabke.
A tradicional casa de chá egípcia Khan El Khalili há décadas oferece as sensações do mundo árabe na cidade. Localizada no bairro da Vila Mariana, a casa convida o visitante a entrar num universo de encanto e magia por meio música e da dança oriental. É lazer para toda a família, que assiste aos shows saboreando delícias da culinária árabe.
A casa tem 15 ambientes, decorados com pinturas e tapeçaria árabes. De terça a domingo, a casa apresenta shows de dança oriental com diversas bailarinas.
Já no Maevva, no Itaim Bibi, as terças-feiras são especialmente dedicadas à cultura árabe. O happy hour acontece com música ao vivo e dança do ventre com bailarinas convidadas. O cardápio é "abrasileirado", mas o ambiente promete um show inesquecível.
Às quartas, quintas e domingos, o Dunas Bar apresenta as Noites Árabes, com apresentação de dança do ventre. Localizado na Penha (zona Leste), o bar oferece um vasto cardápio com pizzas, esfihas, beirutes e porções para deixar as noites ainda mais gostosas.
Serviço:
Khan El Khalili
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 16h à 0h. Sexta e sábado, das 16h à 1h.
End.: Rua Dr. José de Queirós Aranha, 320 – Vila Mariana – zona Sul - São Paulo..
Tel.: (11) 5549-7989.
Maevva
End.: Rua Professor Atilio Innocenti, 376 – Itaim Bibi – zona Sul - São Paulo.
Tel.: (11) 3044-6222.
Dunas Bar
End.: Rua Dr. Virgílio Machado, 104 – Penha – zona Leste - São Paulo.
Tel.: (11) 2958-0836.




9- Dança anos 80:
Além de referência de acesso às novidades tecnológicas, São Paulo é também ponto de encontro para quem curte um estilo "retrô". Entre as atrações noturnas da cidade, é possível encontrar diversas baladas que apresentam uma programação dedicada especialmente aos anos 80.
A 80's Club, localizada na Vila Madalena, traz em todos os sábados o Projeto Autobahn. Além da playlist especial do gênero, a festa conta com decoração diferenciada e mantém um Atari ligado a noite inteira para quem quiser jogar clássicos como Pac Man. 
O espaço possui cinco ambientes distribuídos em três andares, com espaço para festas de aniversário, jardim aberto e oferece drinks exclusivos da época. Às sextas-feiras, a casa é ocupada com as Black Fridays e Classic Party, de realização quinzenal.
O tema flashback também está presente na The History, no Itaim Bibi (zona Oeste). O espaço possui cinco ambientes com decoração psicodélica, trabalhando luzes e cores na construção do cenário. A entrada simula um túnel do tempo, fazendo o público relembrar os sucessos das décadas passadas. 
A pista conta com um globo espelhado de dois metros e vinte de diâmetro, confeccionado especialmente para a casa, e mesas com o famoso jogo da época Genius. 
 Funcionando há mais de dez anos, a Trash 80's coleciona mais de duas mil festas em sua história. Realizada no Clube Caravaggio, no Centro da cidade, a programação da casa conta sempre com especiais para comemorar seu aniversário.
Os bailes e festas são planejados e temáticos, homenageando artistas, datas importantes ou com shows ao vivo. O ideal da casa é promover mais que uma simples balada, uma verdadeira "festa de amigos".
O público LGBT também tem um espaço reservado na cidade. O ABC Bailão, na Vila Buarque (Centro), é conhecido por receber especialmente gays e simpatizantes. Funcionando desde 1996, o espaço faz parte da luta contra o preconceito e por igualdade. A casa conta também com rampas de acessibilidade e banheiros adaptados.
Em uma mistura de bar e balada, o Akbar Lounge & Disco se localiza na Vila Madalena. Os três ambientes da casa são distribuídos em dois andares. No térreo, fica a pista de dança, com ar-condicionado e bar. O piso superior abriga um bar com área externa e lounge, com vista para o bairro.
A decoração traz quadros de Romero Britto. A programação é preenchida às sextas com os hits dos anos 80, 90 e 00 e, aos sábados, os melhores dos anos 70, 80 e 90.
Com capacidade para 800 pessoas, a Cantho, localizada no Centro da cidade, promete uma noite inesquecível em suas diversas modalidades de festa. A casa oferece dois bares, camarotes e pista de dança climatizados.
Entre os destaques da casa, está a Energy After, uma festa que acontece uma vez por mês, a partir das 7h da manhã, para quem quiser emendar a noite de festas a uma manhã ainda mais agitada.
Além desses, diversos outros espaços oferecem em sua programação um dia especial de anos 80 ou festas especiais, de acordo com o ritmo predominante na preferência do público.
Serviço:
80s Club
Horário de funcionamento: sextas, a partir das 23h; sábados, a partir das 22h.
End.: Rua Deputado Lacerda Franco, 342 - Vila Madalena - zona Oeste - São Paulo.
Preço: mulher, R$ 17 a R$ 30; homem, R$ 22 a R$ 30 (descontos com nome na lista).
Tel.: (11) 3892-1981.




10- Cervejaria Nacional, na zona Oeste da cidade, tem produção própria de chopes e receitas especiais:
Na Rua Pedroso de Morais, um estabelecimento se destaca pela produção própria de chopes e bons petiscos em um ambiente rústico com clima de confraternização: a Cervejaria Nacional.
Encantador por ser um prédio envidraçado, o primeiro dos três andares da cervejaria permite ao visitante o contato com a fabricação de bebidas: é possível observar os tanques de fermentação presentes no térreo e avistar uma plataforma suspensa com sacas de malte. Já o segundo andar é ocupado pelo bar, que apresenta um extenso balcão de 17 lugares, ideal para um happy hour com os amigos.
Com receitas especiais compostas de lúpulos de quatro países e dez diferentes tipos de malte, a Cervejaria Nacional criou cinco chopes exclusivos da casa: o claro (pilsen) Y-îara; o Domina, de trigo, baseado na alemã Weiss; o brown ale Kurupira, de cor âmbar com espuma cremosa; o stout Sa’si, que, inspirado em tradição inglesa, oscila entre o doce e o amargo; e o amargo Mula, com 7,5% de álcool e toques de caramelo.
O copo de 330 ml de um chope custa entre R$6 e R$8. Para aqueles que querem degustar todas as criações, o Sampler é o pedido certo: copinhos de 160 ml de cada um dos chopes por R$14.
Para completar o cardápio, a Cervejaria Nacional oferece pratos e petiscos, como a saborosa coxa de pato grelhada e o sanduíche de pernil com cebola crocante e rúcula, sugestão do chef. Assim, o terceiro andar é um local reservado a almoços e jantares, com um grande salão para o restaurante e cozinha.
Serviço
Cervejaria Nacional
End.: Rua Pedroso de Morais, 604 – Pinheiros – zona Oeste – São Paulo.
Tel.: (11) 3628-5000
Horário de funcionamento: domingos, terças e quartas das 18h às 23h; quinta das 18h às 0h; sextas e sábados das 18h às 01h30

11- Coisa Boa:
No “Coisa Boa”, quando o cliente quer uma bebida, levanta e escolhe a garrafa na enorme geladeira que ocupa o espaço. São mais de 205 tipos de cervejas vindas de 21 países diferentes.
Além da “vitrine” de garrafas, o lugar também oferece cardápio variado, com receitas típicas de boteco que levam um toque de requinte. A porção de pastel traz quatro sabores: carne com cebolinha e limão, queijo brie, palmito com tomate e camarão ao curry com alho-poró, acompanhados de um trio de molhos exclusivos da casa.
Serviço:
Coisa Boa
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 17h à 0h; sábado e domingo, das 12h à 0h.
End.: Rua Pedroso Alvarenga, 909 – Itaim Bibi – São Paulo.
Tel.: (11) 3073-0773.



12- A TAL DA PIZZA:
Segue a fórmula da matriz, em Cotia (SP), com piano ao vivo no salão e pizzas de borda alta e massa crocante, assadas em forno a gás.
A grande (com até quatro sabores) vem cortada em 16 pedaços que devem ser comidos com as mãos, sem talheres.
Rua Doutor Mário Ferraz, 351
Itaim Bibi
(11) 3079-3599
De R$ 51,00 a R$ 75,00
Horário de funcionamento:
2ª a sábado, das 19h às 0h, domingo, das 18h às 0h
Formas de pagamento:
Cartões de Crédito: American Express, Visa; Cartões de Débito: Maestro, Rede Shop, Visa Electron




terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Fotografias: a arte da lembrança.

Eu como curiosa que sou de conhecer outras épocas e costumes, como trajes, paisagens, arquiteturas e tudo o mais, vivo procurando oportunidades que me permitam essa nostalgia prazeirosa e que me acrescenta conhecimento. É como se a gente estivesse num túnel do tempo e pudesse visitar uma época em que não vivemos. E observando os detalhes nos é possível descobrir, encontrar e discernir sobre as mudanças que acompanham as épocas. Pra mim isso é muito interessante. Então eu trouxe aqui uma informação sobre a exposição de fotografias que está sendo realizada até 08 de março de 2.015, na Avenida Paulista, 149, Bela Vista,em São Paulo, de terça à sexta-feira, das 09 às 20 horas e domingos e feriados, das 11 às 20 horas: A Arte da Lembrança - A Saudade na Fotografia Brasileira.
O título fala de saudade, mas a seleção de 110 fotografias expostas em dois andares do Itaú Cultural está longe de associar o termo à tristeza. A beleza e a delicadeza das imagens escolhidas, que permeiam 84 anos de história do Brasil, conduzem a uma nostalgia desses corpos, roupas e expressões que não circulam mais pelas mesmas ruas e paisagens. A maioria dos trabalhos, cerca de 60% deles, é inédita, fruto de um ano de pesquisa do curador Diógenes Moura, que viajou para cidades como Salvador, Recife, Belém e Rio de Janeiro em busca de artistas esquecidos e negativos perdidos. “Encontrei acervos de fotógrafos importantes em armários e quartos de casas de familiares, em risco de ser danificados”, conta Moura. As obras foram reunidas em composições por afinidade estética, portanto autores e datas se misturam em núcleos que apresentam retratos de noivas, cliques modernistas de Julio Agostinelli e do austríaco Kurt Klagsbrunn e registros de velórios. Outros nomes do calibre de Gilvan Barreto, Luiz Braga e Luiz Carlos Barreto também estão presentes na seleção. No subsolo da instituição fica o recorte mais pesado: nele, o visitante pode ver uma série de tatuagens de jovens assassinados na periferia de Belém, acompanhada de uma instalação sonora que descreve a situação. O conjunto de Wagner Almeida é tocante e deve despertar emoção no público. Até 8/3/2015.







Novidade: site transforma tweets em poesia.

A poesia é algo que gosto muito. Eu acho que a poesia é um afago para o nosso coração, para a nossa alma. Muitas vezes expressa exatamente o que sentimos e não conseguimos colocar em palavras, outras vezes nos traz uma nova visão de determinados fatos, emoções e circunstâncias da vida.
Como disse Rubens Alves: "Ama a simplicidade. Ama a vida. Ama a beleza.Ama a poesia.Ama as coisas que dão alegria.Ama a natureza e a reverência pela vida. Ama os mistérios. Ama  a Deus."
Pois é. Amar a poesia, é uma dos sentimentos de amor a Deus porque a vida é uma própria poesia. A natureza é poesia. A beleza é poesia. A simplicidade é poesia. Os mistérios são poesia. Na minha visão, Deus é tudo isso e portanto, é poesia.
Temos em nosso Universo um grande número de poetas, alguns célebres, outros anônimos mas todos de uma sensibilidade admirável e transbordante de sabedoria e beleza.
Admiro a todos os poetas, célebres ou anônimos. Mas a poesia com a qual mais me identifico é a poesia de Bruna Lombardi.
Apesar de ser lembrada mais pelas novelas do que pela literatura, Bruna já havia publicado o primeiro livro antes mesmo de estrear nas telinhas. Entre 1976 e 1984, lançou três obras de poesia – No ritmo desta festa, Gaia e O perigo do dragão – que ganharam elogios de nomes como Mário Quintana e do próprio Chico Buarque. Dois romances, uma história infantil, um “diário poético” (Diário do Grande Sertão, que conta suas experiências nas gravações da série Grande Sertão: Veredas, que a Rede Globo produziu em 1985)

(Fonte:  http://www.avozdapoesia.com.br/)


Aqui, as poesias de Bruna que eu mais gosto:



Desígnios

"Alguém pode me dizer
se estava prevista na palma da minha mão
esta paixão inesperada
se estava já escrita e demarcada
na linha da minha vida
se fazia já parte da estrada
e tinha que ser vivida
ou foi um desgoverno repentino
que surpreendeu os deuses, todos
os que desenham o nosso destino
ou foi um desatino, uma loucura
uma imprevisível subversão
que só a partir de agora eu trago marcada
na palma da minha mão"
(Bruna Lombardi)


Pacto
entre o teu signo e o meu 
existe uma possibilidade 
de veneno 
umas tintas de vermelho 
meu moreno 
e se a paixão há de ser provisória 
que seja louca e linda 
a nossa história.
(Bruna Lombardi)


Caso
Pode ser mais um capricho 
pode ser uma paixão 
pode ser coisa de bicho 
pode não. 

Pode ser já por destino 
pelos astros, pelos signos 
por uma marca, uma estrela 
talvez já estivesse escrito 
na palma da minha mão. 
Talvez não... 
Talvez até nem fique 
nem signifique nada 
nem me arranhe o coração 
pode ser só uma cisma 
pode estar só de passagem 
Ou não.
(Bruna Lombardi)


Bom,mas para quem realmente gosta de poesia, uma novidade: o site  http://poetweet.com.br/ transforma os tweets em poesia. Para divulgar seus novos cursos de literatura e as oficinas criativas da escola, o b_arco, localizado em São Paulo, criou um site que transforma os tweets de qualquer pessoa em poesia. É fácil: basta preencher o campo com qualquer usuário de Twitter e escolher o formato. As poesias são feitas combinando todos os tweets do usuário e achando rimas entre eles, criando resultados curiosos e, às vezes, surreais. Muito interessante, gente. 



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Channel nº 5: comercial encantador!

Já falei aqui que sou fã dos comerciais de TV né? E outro dia eu vi este aqui da Channel e fiquei encantada. Aliás todos os comerciais da Channel são tão legais.
Este aqui é com a Nicole Kidman e o Rodrigo Santoro. Gente, amei! simplesmente lindo. Olha só.
O Filme ( 2004 ) tem 180-segundos,  curta-metragem dirigido por Baz Luhrmann ( Romeu + Julieta , Moulin Rouge! ) e estrelado por Nicole Kidman e Rodrigo Santoro . É parte de uma nova geração de filmes de publicidade conhecidos como conteúdo de marca . Ele teve um orçamento de $ 42 milhões de USD, que foi financiado exclusivamente pela Chanel . Embora visualmente cativante, o filme é essencialmente um comercial de televisão para Chanel No. 5 (Perfume) . O filme foi inicialmente exibido em muitos cinemas norte-americanos. Durante a temporada de Natal de 2.006 Natal, um spot de 30 segundos foi apresentado em TV edição no horário nobre em muitas redes no Canadá e Estados Unidos . Kidman recebeu$ 12 milhões por seu papel no comercial.
Celebridade famosa ( Nicole Kidman ) foge em um vestido rosa no meio das ruas, só para entrar em um táxi com um homem que não sabe quem ela é. Depois de um caso de amor secreto com ele, ela vai voltar para sua vida como uma celebridade. O paparazzi tira fotos dela enquanto ela sobe os degraus, e ela olha para umas letras grandes na parte superior de um edifício onde lê COCO CHANEL com o amante em pé ao lado. Eles sorriem um para o outro e, em seguida, os créditos são mostrados. A música é "Clair de lune" (in "Suite Bergamasque," by Claude Debussy)

Amei. Aliás todos os comerciais da Channel me agradam. Tem um com Brad Pitt que também amo. O que ele diz no comercial é muito legal:
Não é uma viagem.
Toda viagem tem um fim. Nós continuamos.
O mundo gira e giramos com ele.
Os planos se vão.
Os sonhos prevalecem.
Mas onde quer que eu vá,
lá está você. 
Minha sorte. Meu destino.
Minha prosperidade.
Inevitável.


Olhem este aqui que lindinho:



Realmente encantadores os comerciais.



Oswaldo Montenegro, cantor, compositor , o poeta dos poetas.





Mais do que fã, eu sou profunda amiradora de Oswaldo Montenegro, cantor e compositor.Para mim, sem dúvida, é um dos mais talentosos artistas da mpb. Suas composições musicais são maravilhosas, de uma sensibilidade extraordinaria, expressando com sutileza e suavidade as verdades da  alma e do coração.
Quem é Oswaldo Montenegro:
Oswaldo Viveiros Montenegro nasceu em 15 de março de 1956, no Grajaú, Rio de Janeiro, filho mais velho de quatro irmãos. Sempre adorou ler e devorava coleções de Júlio Verne, Monteiro Lobato, Malba Tahan.
Aos 7 anos mudou-se para São João Del Rey, Minas Gerais, onde passou boa parte da infância. O espírito seresteiro de Minas influenciou toda a vida de Oswaldo. À noite, pulava a janela de casa para acompanhar amigos de seu pai em serestas noturnas para namoradas. Apaixonado por essa música tão viva e presente em seu dia a dia começou, aos 8 anos, a estudar violão com um desses seresteiros e compôs sua primeira canção, "Lenheiro", nome do rio que corta a cidade.
Aos 13 anos, já de volta ao Rio de Janeiro, venceu seu primeiro festival, com a "Canção Pra Ninar Irmã Pequena", música que mais tarde gravaria na trilha do vídeo "O Vale Encantado", com o título "Canção Pra Ninar Gente Pequena”. Em 1971, mudou-se com a família para Brasília, cidade que viria a adotar e que é tema constante em sua obra. Foi nessa cidade que Oswaldo conheceu e manteve estreito contato com a família Prista Tavares, da qual fazia parte o Maestro Otávio Maul. Essa foi uma influência decisiva. Através deles, entra em contato com a música erudita. Apaixonado, assiste a concertos, conhece obras, passa noites conversando, se interessa pela técnica e teoria musicais. Estuda muito sozinho, lendo sem parar obras que caem em suas mãos sobre Música, História da Música, grandes compositores.
Aos 14 anos, ainda em Brasília, começou a participar com freqüência dos festivais da cidade. Conhece, então, amigos e parceiros que o acompanhariam pela vida a fora como José Alexandre, Raimundo Marques, Ulysses Machado, Madalena Salles. Começa a fazer shows e a escrever arranjos para suas músicas.
Em 1972 teve a música "Automóvel" classificada no último Festival Internacional da Canção, da Globo. Apresenta-se, assim, pela primeira vez, num festival de vulto nacional. Chegou a cursar duas Faculdades, Comunicação e Música, ambas incompletas.
Em 1974, em parceira com o amigo de infância e parceiro Mongol, escreveu sua primeira peça musical, "João sem Nome", encenada em 1975, no Teatro Martins Pena, de Brasília. Em 1976, o espetáculo é reencenado, dirigido dessa vez por Hugo Rodas, coreógrafo uruguaio que viria a ter grande influência no trabalho de teatro de Oswaldo. Essa segunda montagem é apresentada no Rio de Janeiro, onde é assistida pelo renomado crítico de teatro Yan Mishalsky, que compara o grupo aos antigos menestréis que, na Idade Média, sobre uma carroça, corriam de cidade em cidade, apenas com seus instrumentos, suas vestes e sua voz, para contar e cantar histórias para platéias, nas praças. Mishalsky chama o grupo de
"Os Novos Menestréis", título que acompanharia Oswaldo por muito tempo.
Em 1975, assinou seu 1º contrato com uma gravadora - a Som Livre - lançando seu primeiro compacto, "Sem Mandamentos".
Em 1976, a convite de Hermínio Belo de Carvalho, Oswaldo fez, ao lado de Marlui Miranda e Vital Lima, o 1º show de artistas desconhecidos da série "Seis e Meia", no Rio de Janeiro. Volta, então, a morar no Rio, onde continua a fazer shows quase que ininterruptos. Ainda encantado com o teatro, continua a escrever espetáculos musicais, paralelamente aos shows, passando agora a dirigi-los.
Em 1977, lançou seu primeiro LP, "Trilhas", independente, a convite e produzido por Frank Justo Acker.
No ano seguinte, foi convidado a gravar pela WEA seu 1º LP por uma gravadora - "Poeta Maldito, Moleque Vadio".
"Trilhas foi um disco que não podemos considerar exatamente um lançamento. Tínhamos 20 anos e estávamos em temporada no Teatro da Aliança Francesa da Tijuca, no Rio. O Franque Justo Arquer, que é técnico de som, colocou aquele gravador enorme e deixou rodando. Ficamos a madrugada toda tocando; eu, Madá, Amadeu Salles na clarineta, Alan no baixo acústico e Mongol no violão. O disco não teve nem mixagem, foi gravado direto. Foram feitas 300 cópias, vendidas num musical que estávamos fazendo. Infelizmente não existe a master disso e o disco absolutamente se perdeu. O Trilhas tem o poema Metade que mais tarde regravei no disco Ao Vivo.”
"Fui então, convidado a gravar pela WEA. Gravei Poeta Maldito.... Moleque Vadio. Produzido por Gastão Dalamoni, foi um disco que fizemos com orquestra, um disco com um certa tendência conservadora e muito MPB. Eu escrevi 3 ou 4 arranjos e Luis Cláudio Ramos escreveu os outros. A música mais conhecida deste disco foi Léo e Bia, porém a música que as pessoas mais pedem é Sem puder sem medo, que depois entrou em algumas peças minhas, mas que nunca regravei. Minha canção favorita deste disco é Quem Havia de Dizer. Tem também Fruta Orvalhada que eu gosto muito e regravei depois no álbum Branco. Poeta foi um disco que quase não vendeu, o que fez com que a gravadora pensasse em me dispensar. Foi até interessante, porque eu tinha composto Bandolins e inscrito e classificado a música no festival da extinta TV TUPI. Eu estava com a moral tão baixa na gravadora, que ganhei só metade de um compacto, ficando o outro lado com um compositor chamado João Boa Morte, que também havia sido classificado no festival."
Em 1979, estourou no festival da extinta TV Tupi, com a música "Bandolins", em 3º lugar. No ano seguinte, ganhou o 1º lugar no festival da Globo MPB-80 com "Agonia", de Mongol. A partir daí, faz excursões nacionais, toca em grandes teatros, entra na mídia. O patamar de Oswaldo muda. Ainda em 80, lança seu 2º disco pela WEA - "Oswaldo Montenegro", alcançando, com este, seu primeiro disco de ouro.
"O disco que veio a seguir, Oswaldo Montenegro, incluiu Bandolins. O disco que a maioria das pessoas identificam como sendo a minha cara, talvez por ter feito bastante sucesso. Não sei se sinto isso. Tem uma citação do Mário Quintana onde ele fala que "as pessoas pensam que são fases e na verdade são faces". Então, essa minha fase deste disco, foi e é identificada como minha verdadeira face. Não sei se é assim. Este disco tem uma coisa interessante: um lirismo agressivo. Esse lirismo é um dos lados do meu trabalho que mais provoca rejeição, ou seja, junto com o sucesso, veio também a rejeição. Minhas canções favoritas deste disco são Bandolins e Por Brilho; essa a que eu mais gosto de todas as minhas músicas.
Compus "Por Brilho" no dia em que eu me separei da Madá. Tínhamos 20 anos, nos separamos e nos tornamos grandes amigos; isso já faz mais de 20 anos."



Entre outros trabalhos desse grande e maravilhoso artista, o que mais gostei foi o musical infantil  'Vale Encantado', história infantil lançada em livro, filme e CD, conta que os personagens do mundo da fantasia moram num vale e levam uma vida normal, brincando, brigando, fazendo esporte, contando histórias. Só quando uma criança do nosso mundo começa a sonhar, eles são convocados para entrar nesse sonho, onde irão executar as histórias como nós conhecemos. O único habitante do vale que conhece o mundo dos humanos é Papai-Noel, e só ele possui as chaves do portão do vale. Um dia, acontece uma rebelião entre os moradores do vale; estes roubam a chave de Noel e fogem para o mundo dos humanos. Se deparam com velhos sendo tratados sordidamente e crianças cheirando cola, e descobrem então, porque Noel os proibia de sair do vale.
Gente, é realmente um espetáculo. A trilha sonora é linda demais. Até editei um vídeo com  uma das músicas.
Para quem aprecia o trabalho dele, saibam que em São Paulo, está de volta o musical 'Léo e Bia',  primeira versão, em 1984, no Rio, contou com a atuação de Isabela Garcia, chegando a ficar 1 ano em cartaz no Teatro Vannucci.
Participou dessa montagem de Léo e Bia, no papel título, a até então novata Teresa Seiblitz. Em 1998 foi feita uma segunda versão e em 2005 uma terceira.
“Léo e Bia” foi um dos maiores fenômenos de público da década de 80. Em 2005 voltou a cartaz totalmente multimídia.
Conta a história de sete jovens que em Brasília, no auge da ditadura militar, resolvem viver de arte. Era 1973 e o Brasil assistia, então, a repressão se tornar cruel com quem ousasse sonhar.
A mãe de um dos jovens, a Bia, adoece e fica obcecada pela filha, oprimindo-a das formas as mais cruéis. A peça faz um paralelo entre a ditadura militar e a opressão dessa mãe, a aridez cultural de Brasília e a dor da Bia, a ânsia por liberdade do povo brasileiro e a luta daqueles garotos para se livrar daquela repressão.
A nova montagem foi enriquecida com documentários de época, localizando no tempo e na circunstância histórica o momento em que a ficção ocorria.
Um espetáculo que toca temas constantes na vida de jovens de qualquer época e qualquer cidade, com qualquer sonho... Uma história que apaixona jovens e faz adultos relembrarem. Lúdico e seco, cheio de suspense, humor, energia, amizade, paixão, conflito, amor... como a vida.
06/02/2015 SÃO PAULO/SP - Teatro Dias Gomes 
Apresentação do Musical "Léo e Bia", de Oswaldo Montenegro. Inf.: (11) 5575.7472
07/02/2015 SÃO PAULO/SP - Teatro Dias Gomes 
Apresentação do Musical "Léo e Bia", de Oswaldo Montenegro. Inf.: (11) 5575.7472
08/02/2015 SÃO PAULO/SP - Teatro Dias Gomes 
Apresentação do Musical "Léo e Bia", de Oswaldo Montenegro. Inf.: (11) 5575.7472
Vale à pena assistir.

Aqui a minha edição: A Fada Azul (do musical Vale Encantado)




Uma visitinha ao Ortopedista melhora a qualidade de vida.

Tendo atuado  na área previdenciária quando exercia a advocacia, ingressando e acompanhando ações previdenciárias, percebi o algo índice de pessoas portadoras de doenças ortopédicas,  de várias origens e por diversos fatores, observei que o índice vem crescendo cada vez mais.
A ortopedia é a especialidade médica que cuida das doenças dos ossos e todos os elementos relacionados ao aparelho locomotor, como músculos, ligamentos e articulações. Esse sistema é extremamente importante, pois é o responsável pelo movimento, que por sua vez é essencial para manter as funções cardiocirculatórias e metabólicas do ser humano.
As anomalias congênitas podem afetar qualquer osso ou músculo do organismo, mas os ossos do crânio, do rosto, da coluna, da bacia, das pernas e dos pés são, frequentemente, os mais afetados.
Doenças ortopédicas congênitas são doenças osteomusculares que afetam os recém-nascidos, ou seja, o indivíduo nasce com elas, e na maioria das vezes se apresentam com deformidades. O diagnóstico precoce é essencial já nos primeiros dias de vida para que as sequelas sejam as menores possíveis e não haja comprometimento no desenvolvimento saudável do indivíduo. O órgão mais afetado é o sistema músculoesquelético, sendo os locais mais atingidos as extremidades tanto superiores quanto inferiores – as mãos e os pés, os quadris e a coluna vertebral.
Outro local muito prejudicado pela enfermidade são os joelhos. Considerados uma das articulações mais complexas do organismo humano, eles podem apresentar deformidades como o joelho varo, que é quando o local apresenta a angulação para fora com as pernas arqueadas, ou o joelho valgo, que é aquele que se apresenta com angulação para dentro, muitas vezes conhecido como joelho em ‘x’. Quando não tratadas de forma adequada, essas alterações podem favorecer o desenvolvimento precoce da osteoartrose
O diagnóstico é feito com avaliação ortopédica, exame fisico detalhado e complementado com exames de imagem, como raio X e tomografia. O tratamento depende do grau de valgismo, ou varismo, e da idade de cada paciente. Quando as deformidades são ângulos levemente alterados podem ser corrigidas espontaneamente, necessitando apenas do acompanhamento ortopédico durante o crescimento da criança. Já os ângulos mais acentuados, ou seja, acima de dez graus de valgo, podem ser tratados com utilização de órteses e/ou calçados ortopédicos. De qualquer forma, a correção deve ser lenta e progressiva.
Nos casos mais graves, com deformidades severas, a intervenção cirúrgica pode ser necessária, mas a avaliação é feita de acordo com cada situação. Além disso, a fisioterapia é parte importante do tratamento no sentido de ajudar a corrigir o desequílibrio muscular presente nos casos de deformidade.
Por: Moisés Cheidde Neto é ortopedista e traumatologista do Hospital Assunção (ABC-SP)
Assim, venho aqui indicar profissionais de elevada competência nessa área: Dr. Ricardo Fernandes Waknin e Dra. Anna Carolina Passos Waknin.  Indico porque como tudo o que compartilho aqui neste blog é o que efetivamente conheço e sou testemunha do trabalho maravilhoso e eficiente que esses excelentes profissionais dispensam aos pacientes.
Aqui as informações:





Compartilhando Luz: Gratidão a você meu querido Calunga!

Como eu já disse várias e várias vezes e volto a repetir, eu não tenho religião. Acredito em Deus, como o Grande Arquiteto deste Universo e Criador de todas as coisas e em suas múltiplas manifestações. E hoje quero trazer aqui para compartilhar, porque como eu disse antes, é tão bom e me dá prazer, compartilhar coisas boas, que me fizeram tão bem e com certeza farão a outros, uma manifestação divina através da espiritualidade que se chama "Calunga". Vou explicar quem é esse ser maravilhoso, encantador, rico em sabedoria, compaixão e amor.
Calunga é um espírito de luz, que através da mediunidade, se manifesta pelo grandioso Luiz Gasparetto.
Para que se entenda melhor, primeiro vamos saber quem é Luiz Gasparetto.
Luiz Antonio Alencastro Gasparetto  (São Paulo, 16 de agosto de 1949) é um psicólogo de formação, médium psicopictográfico, escritor e locutor brasileiro. Durante quase três anos, foi apresentador de televisão do programa Encontro Marcado da RedeTV!, que propunha ajudar casos comuns em família ou sociedade.
Gasparetto obteve reputação mundial no final da década de 1970 e durante quase toda a década de 1980 por excursionar a Europa com Elsie Dubugras a fim de mostrar os trabalhos que, supostamente, famosos artistas plásticos — como Renoir, Da Vinci, Rembrandt, Toulouse-Lautrec, Modigliani, Picasso, Monet, entre outros — realizavam através de sua mediunidade.
A partir da década de 1980, rompe com a doutrina espírita e empenha-se em projetos ligados à psicologia, auto-ajuda e espiritualidade, escrevendo livros e ministrando cursos com o objetivo do desenvolvimento do ser. Mais recentemente, porém, em 2009, realizou algumas pinturas mediúnicas em seu Espaço Vida e Consciência. Atualmente, mantém suas atividades ligadas à Nova Era com uma literatura metafísica e com a criação do “teatro de auto-ajuda” ampliando, também, seu veículo de comunicação com o programa de rádio Gasparetto Conversando Com Você na Rádio Mundial.
Fonte: Wikipedia.


Como acabamos de constatar, trata-se de um ser bastante especial e que oferecido uma preciosa colaboração no desenvolvimento do ser. E é ele quem trabalha mediunicamente com meu querido Calunga.
Agora, quem é Calunga:
Ele começou a me procurar há mais de 30 anos atrás. Naquela época, o seu modo arrojado e informal de ser me assustou mas, com o tempo, fui reconhecendo nele uma sabedoria e uma bondade incomum que me cativaram por completo.

O Calunga brinca muito. Tem um senso de humor astuto e agradável que se mistura à sua inteligência quase genial, e uma capacidade de ser terno sem ser piedoso que lhe dá um jeitinho cativante e, muitas vezes, um charme arrebatador. Tudo isso faz dele uma pessoa profundamente capacitada para dar orientação. Costuma-se comentar que o seu maior dom é a sua capacidade de falar duras verdades sem que a pessoa se ofenda. Para mim, ele tem se mostrado um grande mestre e um estimado amigo.
Às vezes, em tom de brincadeira, ele se gaba de ser o único desencarnado, ou “defunto”, como ele se chama, a ter um programa de rádio. (Rádio Mundial FM 95,7 e AM 660, quartas-feiras às 10 horas da manhã).
O Calunga nos conta que morreu aos 54 anos na sua última reencarnação de meningite, como consequência da sua época de juventude. Ele nos fala:“Eu e minha avó africana fazíamos muita magia negra para judiar dos brancos que judiavam dos pretos”. Era uma verdadeira guerra. Então, fiquei compromissado.
Nessa mesma vida, tive a visita de uma entidade superior, como a visão de uma santa, que apareceu-me quando eu estava fazendo um trabalho em uma cachoeira. Ela me transmitiu um amor tão grande e poderoso como eu jamais havia sentido e me pediu para parar com aquele mal e me salvar da lei do retorno ou, senão, nada poderia ser feito a meu favor e eu passaria a sofrer um pesadelo infernal.
Comovido com aquele amor, eu me transformei e resolvi usar a magia para curar as pessoas, mas fiquei com a cicatriz, o remorso pelo que tinha feito. Foi ele que me levou a ter aquela doença e desencarnar. Eu morri no começo do século XX. Logo que aqui cheguei, os mentores me puseram no trabalho. “Vamos trabalhar, Calunga”, me disse um mentor. “Para poder se livrar de seus remorsos, será necessário ajudar aqueles a quem você prejudicou, senão nunca irá se curar”.
E aí eu fui ajudar os brancos e os negros com quem eu havia me compromissado diante de mim mesmo, pois Deus não cobra nada, mas nossa Alma é exigente. Eu só senti alívio depois de ajudar. Aí eu gostei e pedi permissão para continuar, pois com o trabalho me mantenho lúcido e aprendendo.
Por isso, quis conservar minha aparência de preto. Estou acostumado a ela e nem saberia mais ser branco como fui em algumas vidas passadas na Europa. Além do mais, eu gosto da minha negritude com seus atributos naturais que me facilitam lidar com as forças mágicas. No entanto, quero ver se reencarno como mulato para não exagerar nem de um lado nem de outro.



Eu relato que fui muito auxiliada por Calunga e que a Ele sou grata e afeiçoada pela bondade, pela compaixão, pela beleza e pela luz com que ele nos envolve e nos ilumina.
Há algum tempo atrás, eu estava numa daquelas fases 'nubladas' que todos atravessamos na vida. Desanimada, abatida, me sentindo cansada e muito desmotivada. Não sei ao certo o por que e nem mesmo se havia motivo ou se todos os motivos do mundo. O fato é que perdi a noção do que realmente significava a minha luta, os meus objetivos se perderam, e minha mente, num pane total , além de divagar pelo passado, me questionava no presente e me aterrorizava com pensamentos sobre o futuro.
NUm desses dias, após mais uma noite mal dormida, fui procurar um objeto num quarto que tenho em casa, chamado o 'quarto da bagunça'. Peguei uma caixa em cima de um armário e encontrei o que procurava. Assim, fechei a caixa e coloquei no lugar. Mas ao coloca-la, uma outra caixa, sem motivo aparente, despencou em cima de mim e bastante surpresa, reparei que de dentro dela, nada caiu mas sim um livro bem em cima do meu pé. 
Não guardei o livro. Na verdade, eu nem tinha conhecimento de que esse livro existia em minha casa. Mais por curiosidade, o levei para o meu quarto e pensando eu  em apenas ' distrair a mente' comecei a ler.
Gente, o livro não caiu no meu pé por um simples acaso. Na medida em que o lia, eu recebia as respostas que tanto procurava para as indagações que vinham me atormentando a tanto tempo. Impressionante como a cada página, eu sentia que aquele bato -papo era comigo,  como se eu tivesse contado tudo o que se passava comigo para um amigo e então ele estivesse me respondendo. 


Este é o livro que eu li mas pesquisando encontrei outros também:


Frases:

"Somente no encontro profundo e verdadeiro é que sentimos que somos o reflexo um do outro."

(Calunga)


"Mas o Bem real é distante do Bem ideal, porque o nosso coração ainda não tem todo esse amor necessário para abranger todo o mundo. A gente não tem todo esse Bem, pois a nossa Verdade é mais modesta."

(Calunga)

" Nós fazemos parte de um Universo em que tudo se relaciona intimamente, em que um fato está ligado a outro. Nada acontece isoladamente."

(Calunga)

" O coração puro é uma atitude conseguida com humildade. Assuma quem verdadeiramente você é, e não se envergonhe nunca dos seus problemas, quaisquer que sejam eles, porque Deus não tem vergonha de nada, não."
(Calunga)